9.4.10

La vie en rose (dia 2)


Porque tudo o que parece mau, tem tendência a melhorar.
- Centre Georges Pompidou fechado;
- Les Halles Shopping Center;
- Fnac - web cam mac - André, Zé, Teresa e Telma;
- Telma, Teresa e Claud esperam na fila;
- Pompidou;
- Torre Eifel avistada pela primeira vez;
- Histéricos com obras conhecidas;
- Almoço no Pompidou;
- Compras na livraria;
- Starbucks (parte 2)
- L'orangerie;
- Inglesa e brasileira na fila - museu simples e bonito;
- Torre Eifel estupidamente grande ao perto e pequena ao longe;
- Super Mercado com secção portuguesa - SUPER BOCK!
- Jantar - pizza e gelado de café;
- Irish pub;
- Quarto do André - adeus candeeiro durante luta de almofadas;
- Aninhas tenta rir sem roncar. Em tronca, todos rimos a roncar;
- Descoberta do dia - o Claudio ressona (subtilmente);
- 7 pessoas numa cama de três?

8.4.10

La vie en rose (dia 1)




- 8.20h - voo Transávia Porto - Orly Sud (Paris);
- Longa espera pelo autocarro. Avistado primeiro parisiense de sapato de bico (que o Cláudio também quer adquirir);
- Pass 5 dias transportes - estação bonita - elevador avariado;
- Engano nas linhas do metro;
- Escadas longas + malas = calos e pisaduras;
- Metro cheira a peido;
- Cristiana salva por rapaz bonito que passa o seu pass por ela;
- Anúncios da Tatti (Tatto de França);
- Telma fez o trabalho de casa e sabe todo o caminho de metro;
- Avistado o apartamento com vidros partidos - parecia uma casa de prostitutas;
- Afinal não era aquele;
- Aparição de chinês estranhamente simpático;
- Pânico 1;
- Cheirava bem;
- Escadaria assustadora e íngreme;
- Riso de cansaço, tristeza, mas acima de tudo de turista! (pobre);
- Apartamento fotogénico - apenas e só;
- Mobília IKEA (fácil de montar e ainda mais fácil de desmontar = partir toda);
- Sensação: Espero bem que melhore;
- Pensamento remoto: rapto por chinoca para tráfico de órgãos;
- 3º andar em obras na sanita;
- Trolha (Chinês) estranhamente simpático;
- 6º andar - Telma enfatiza espelho aparentemente bonito;
- Almoço Kebab - no english - l'eau - batata frita sem sal;
- Carteira da Catarina é roubada = Pânico 2;
- Paris parece negro - Amor à pátria 1;
- Home do kebab acha estranhamente que voltaríamos;
- Entretanto Telma, Teresa e Cláudio limpam apartamento - amor à pátria 2;
- Super mercado ED;
- Grand Palais - desentendimento colectivo 1;
- Turner = Seca;
- Exposição tinha 30 ou 200 quadros, digo eu;
- Jardim do Palais;
- Ida a pé até ao arco do triunfo, acabando por ir ter à concórdia (Praça gigante com corno);
- Claudio faz escândalo sobre Hotel Crion;
- Campos Elísios;
- Starbucks parte 1;
- Arco do triunfo;
- Soldado sem nome;
- Sessão Vicky Beckham Claud;
- Casa;
- Bife com massa;
- Tristeza/riso - sentimento medroso - amor à patria 3;
- Cerveja alemã fraca;
- 1ª noite - mamas da Cris aterrorizam Claudio.

21.2.10

"tudo aquilo que é realmente nosso nunca se vai para sempre."

Bob Marley, tão belo.

8.1.10



Eu gosto muito de polaroids!

13.11.09

história da vida de Teresa Leite

Com três anos foi à Berlenga onde, já na altura armada em esperta, seguiu o irmão mais velho pelo mar a dentro.
A dada altura repara que ar ali... não há. "Oxigénio, porque me abandonas-te?" (drama, muito drama).Pensando sobre o assunto repara que, se calhar (só se calhar), isso deve-se ao facto da agua estar a uns centímetros do topo da sua cabeça.
Visto isto à que pedir ajuda.
Para isso nada melhor do que tirar a tanga ao senhor que se encontrar mais próximo. Taraaam. Sã e salva. O homem? Envergonhado e heróico (se é que se pode ser as duas coisas ao mesmo tempo).

23.9.09

- “Olá eu sou o Manel!”
O filho da Rosa Maria, aquele que trabalha na padaria da Celeste, irmão do mecânico da 5º rua. Este é o Manel.
Todos os dias sai de casa, desce a rua na sua bicicleta amarela e vai fazer pão. São 5.30h da manhã. Lá vai ele, sorrindo para as caras familiares. Mas, apesar do seu sorriso (que combina com a bicicleta), na verdade, o Manel hoje vai triste. Apesar da sua bicicleta amarela, da camisa vermelha, das calças azuis e claro, das meias vermelhas a condizer com a camisa, indicarem exactamente o contrario. Quem olha para aqueles três borrões de cor a descer a rua a (alguma) velocidade, não repara, a menos que de uma bruxa ou de qualquer outro ser punível no santo ofício se trate, na tristeza do Manel.
O porquê dele estar triste? – Não sei, mas posso tentar. Quando há falta de evidências nada melhor do que recorrer a uma LISTA.

Ora bem…


O Manel tem:
-23 anos
-casa
-sabedoria no pão
-emprego no pão
-uma obsessão no pão
-uma bicicleta amarela, que só não é preta porque o amarelo lhe faz lembrar o pão.

O Manel não tem:

-gosto na combinação cromática (o Manel é forte, pode viver sem isso)
-gripe A?
-uma Maria!


O Manel não tem uma Maria, todo o Manel necessita uma Maria. Nada mais obvio.
Descoberta a razão da sua tristeza está já Manel de volta do pão.

São 5.30h da manhã. Lá vai ele. A mesma tristeza, igual à 5 dias. Bicicleta amarela, calças vermelhas, camisa e meias verdes. O mesmo desastre cromático.
D. Celeste está à porta da padaria. Tem cara de poucos amigos e dirige-se ao Manel. Fala-lhe em tom zangado, gesticulando abertamente. O Manel foi despedido. Alegadamente, os fregueses queixaram-se do pão não estar com a forma usual, mas com a forma de Marias.
O Manel está devastado, ele queria era uma Maria e isto não no verdadeiro sentido da palavra (Maria = criatura crente em Deus nosso Senhor, que lava, seca e cozinha com bastante eficiência. Regra geral, é adquirida por Maneis.). O Manel queria era uma Maria para lhe puder fazer pãezinhos e bolinhos. Ela ia gostar, se ia. Depois, até podiam faze-lo juntos.

Após longos minutos de depressão o Manel tem uma ideia. Via abrir a sua padaria com pães e bolos em forma de Marias.
Na terra, uma hora depois, já todos sabem do seu despedimento. A D. Maria das Dores acena ao Manel. Depois de uma longa conversa de confirmação de boatos o Manel conta a sua ideia da nova pastelaria. Passaram 5 minutos. Já toda a gente sabe e ideia do Manel e a D. Celeste está chateada.
Com a noticia espalhada e a D. Celeste chateada, o Manel já não pode voltar atrás.

Começaram as obras na garagem.
Com a data de abertura a aproximar-se aparecem alguns sujeitos à procura de emprego. Depois de ouvidos bastantes, dois ou três, candidatos Masculinos, é a vez da única mulher presente. Aproxima-se. Senta-se. Abre ligeiramente a boca, vai falar.
- “Olá! Eu sou a Maria!”
- “Olá! Eu sou o Manel!”

12.9.09



É especial.